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	<title>Liga da Reprodução Assistida &#187; Sem categoria</title>
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		<title>Perguntas &amp; Respostas &#8211; Laqueadura tubária: Reversão ou Reprodução Assistida?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Infert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A mulher que fez laqueadura tubária pode engravidar através das técnicas de Reprodução Assistida, FIV clássica ou ICSI, tendo seus resultados muito superiores à cirurgia de reversão da laqueadura tubária, já que o retorno à permeabilidade tubária obtida por esta técnica não significa a obtenção de gravidez, além de ser outro procedimento cirúrgico. Uma grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Laqueadura tubária" src="http://www.ligadareproducaoassistida.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Laqueadura-tubaria.jpg" alt="Laqueadura tubária" width="158" height="189" /></p>
<p style="text-align: left;">A mulher que fez <strong>laqueadura tubária</strong> pode engravidar através das técnicas de <strong>Reprodução Assistida</strong>, <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/tratamentos/fertilizacao-assistida-convencional-FIV" target="_blank"><strong>FIV</strong></a> clássica ou <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/tratamentos/icsi-magnificada" target="_blank"><strong>ICSI</strong></a>, tendo seus resultados muito superiores à cirurgia de reversão da <strong>laqueadura tubária</strong>, já que o retorno à permeabilidade tubária obtida por esta técnica não significa a obtenção de gravidez, além de ser outro procedimento cirúrgico.</p>
<p style="text-align: left;">Uma grande vantagem para estas pacientes é já terem um dia engravidado, o que funciona como o melhor teste de todo o aparelho reprodutor feminino.</p>
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		<title>Gestação de Substituição ou &#8220;Barriga de Aluguel&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Infert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Resolução no 1358/92, do Conselho Federal de Medicina regulamenta que as Clínicas, Centros ou Serviços de Reprodução Humana podem utilizar esta técnica desde que exista algum problema médico que impeça ou contra-indique a gestação na doadora genética (mãe biológica). Essa técnica se baseia na gestação de um bebê formado a partir de um embrião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-25 aligncenter" title="Gestação de Substituição" src="http://www.ligadareproducaoassistida.com.br/wp-content/uploads/2009/11/gestacao-de-substituicao.jpg" alt="Gestação de Substituição" width="158" height="189" /><br />
A Resolução no 1358/92, do Conselho Federal de Medicina regulamenta que as <strong>Clínicas, Centros ou Serviços de Reprodução Humana</strong> podem utilizar esta técnica desde que exista algum problema médico que impeça ou contra-indique a gestação na doadora genética (mãe biológica).</p>
<p style="text-align: left;">Essa técnica se baseia na gestação de um bebê formado a partir de um embrião do casal que está realizando o tratamento de <strong>Infertilidade</strong>. Ou seja, os óvulos da mãe são fertilizados com os espermatozóides do pai. Os embriões formados no <a href="http://www.infert.com.br"><strong>Laboratório da Clínica de Reprodução Assistida</strong></a> são transferidos para o útero de outra mulher, desde que a mãe biológica não possa gerar o filho.</p>
<p style="text-align: left;">As doadoras temporárias do útero devem pertencer à família da doadora genética (mãe), num parentesco de até segundo grau. Ou seja, entre mãe e filha, avós, irmãs e netas.</p>
<p style="text-align: left;">A doação temporária do útero não tem caráter lucrativo ou comercial.</p>
<p style="text-align: left;">Dr. Joaquim R.M. Coelho (CRM:42.069)<br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank"><strong>InFert – Instituto de Fertilização Assistida</strong></a><br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank"><strong>www.InFert.com.br</strong></a></p>
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		<title>Infertilidade Feminina</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 18:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Infert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Infertilidade Feminina]]></category>

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		<description><![CDATA[Fator tubário-peritoneal Considera-se neste grupo as causas de infertilidade feminina decorrentes da dificuldade de captação do oócito, seu adequado transporte intra-tubário e as modificações que dificultam o transporte e a capacitação dos espermatozóides, bem como a fertilização e o desenvolvimento e transporte do embrião. Comumente, as causas mais encontradas são decorrentes de infecções pélvicas (clamídia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-21 aligncenter" title="Infertilidade feminina" src="http://www.ligadareproducaoassistida.com.br/wp-content/uploads/2009/11/infertilidade-feminina.jpg" alt="Infertilidade feminina" width="222" height="215" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fator tubário-peritoneal</strong></p>
<p style="text-align: left;">Considera-se neste grupo as causas de infertilidade feminina decorrentes da dificuldade de captação do oócito, seu adequado transporte intra-tubário e as modificações que dificultam o transporte e a capacitação dos espermatozóides, bem como a fertilização e o desenvolvimento e transporte do embrião. Comumente, as causas mais encontradas são decorrentes de infecções pélvicas (clamídia, gonorréia, apendicite, etc), iatrogênicas (laqueadura, cirurgias anexiais ou pélvicas, etc) e <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/informacoes-sobre-infertilidade/infertilidade-feminina" target="_blank"><strong>endometriose</strong></a> (ativa ou seqüela).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Laqueadura</strong></p>
<p style="text-align: left;">A mulher que fez laqueadura tubária pode engravidar através das técnicas de reprodução assistida, FIV clássica ou <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/tecnologias/tecnologia-icsi-magnificada" target="_blank"><strong>ICSI</strong></a>, tendo seus resultados muito superiores à cirurgia de reversão da laqueadura tubária, já que o retorno à permeabilidade tubária obtida por esta técnica não significa a obtenção de gravidez. Uma grande vantagem para estas pacientes é já terem um dia engravidado, o que funciona como predição de qualidade no fator feminino.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Idade materna</strong></p>
<p style="text-align: left;">Nós sabemos que a idade materna é o fator mais importante para sucesso de uma gravidez. Isto porque os óvulos têm a idade cronológica da paciente, ou seja, a mulher já nasce com o número de óvulos que terá a vida inteira. A cada ciclo, muitos são estimulados a iniciarem seu amadurecimento até que um só chegue a ovulação. Os óvulos sofrem também a ação do envelhecimento, irradiação, poluentes e outros fatores que modificam estruturas celulares e diminuem a chance de fertilização. Portanto quanto maior a idade, menores são os índices de gravidez, chegando ao fato da gravidez ser esporádica (com índices muito baixos) acima dos 43 anos. Em decorrência destes fatos, deve-se analisar a proposta de doação de óvulos, como alternativa para a gravidez. Se usarmos medicações apropriadas para prepará-la a receber um embrião, é possível sim que a gravidez ocorra mesmo em pacientes de mais idade (50 anos, por exemplo), desde que você tenha uma boa saúde.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fator uterino</strong></p>
<p style="text-align: left;">O fator uterino compreende as alterações anatômicas que alteram a cavidade uterina, seu epitélio de revestimento, o endométrio e suas paredes musculares, o miométrio. As causas mais comuns são os pólipos, a <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/informacoes-sobre-infertilidade/infertilidade-feminina" target="_blank"><strong>endometriose</strong></a>, anomalias congênitas, seqüelas de infecções e inflamações e iatrogênicas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fator Cervical</strong></p>
<p style="text-align: left;">Geralmente associam-se neste fato as anormalidades anatômicas de causa congênita, iatrogênica (cirurgia, cauterizações, dilatações, etc.), tumores e distopias; e alterações funcionais, bem mais freqüentes e importantes. A cérvix é o componente uterino com várias funções no fenômeno reprodutivo humano: 1- recebe e modula a penetração dos espermatozóides; 2- protege os espermatozóides em ambiente com pH e condições adequadas; 3-armazena os espermatozóides; 4- atua também na capacitação espermática. Quase todas estas funções são desempenhadas pelas características físicas, químicas e biológicas do muco, cujas qualidades e quantidade têm importante papel na propedêutica do fator cervical.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Síndrome dos Ovários Policísticos (SOMP)</strong></p>
<p style="text-align: left;">A Síndrome dos ovários micropolicísticos é uma das mais freqüentes disfunções ovarianas, que pode causar dificuldades para engravidar, porque está associado a anovulação crônica (não ovular) e irregularidade menstrual. Seu tratamento, em mãos experientes, na maioria das vezes é simples, ocorrendo a gravidez rapidamente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Outros fatores Ovarianos</strong></p>
<p style="text-align: left;">Anovulação Hipogonatrófica (disfunção hipotalâmica ou hipofisária), anovulação Normogonadotrófica (SOMP, hiperandrogenemia, hiperprolactinemia ou deficiência da fase lútea) e anovulação Hipergonadotrófica (falência ovariana prematura ou más-respondedoras).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Menopausa Precoce</strong></p>
<p style="text-align: left;">A menopausa precoce significa que ocorreu a falência ovariana, antes do tempo previsto. Portanto a mulher já não tem mais óvulos e produção hormonal, que possibilitem uma gravidez espontânea. A solução é optar pela doação de óvulos, isto é: são óvulos obtidos de pacientes jovens (com menos de 35 anos) que estejam fazendo tratamento para engravidar, que aceitam espontaneamente fazer a doação no anonimato (sem conhecer a quem vai doar/receber), sem ganhar dinheiro para isto, e que tenham um número grande de óvulos excedentes àqueles usados para seu próprio tratamento. Nestes casos o procedimento usado será sempre a reprodução assistida com <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/tecnologias/tecnologia-icsi-magnificada" target="_blank"><strong>ICSI</strong></a>.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.infert.com.br/conteudo/informacoes-sobre-infertilidade/infertilidade-feminina" target="_blank"><strong>Endometriose</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">A <strong><a href="http://www.infert.com.br/conteudo/informacoes-sobre-infertilidade/infertilidade-feminina" target="_blank">endometriose</a></strong> é o crescimento do tecido endometrial que reveste a cavidade uterina interna e que descama a cada menstruação, fora do local habitual. O que acontece é que este tecido pode se implantar em outros lugares, como as trompas, ovários, intestinos e a repercussão mais imediata é que este sangue fora dos vasos é um sinal de alerta para o organismo, trazendo dor e desencadeando os processos de reparação Estes, culminam com a formação de aderências e modificações da anatomia feminina, dificultando muito a gravidez. É muito importante então, que se faça um diagnóstico precoce da endometriose e uma avaliação do grau de acometimento anatômico, para se propor a técnica mais adequada para ocorrer uma gestação, já que a gravidez e as modificações hormonais que dela decorrem são os melhores tratamentos para a <a href="http://www.infert.com.br/conteudo/informacoes-sobre-infertilidade/infertilidade-feminina" target="_blank"><strong>endometriose</strong></a>.</p>
<p style="text-align: left;">Dr. Jorge Barreto (CRM: 33.541)<br />
<a title="Infert Clínica" href="http://www.infert.com.br"><strong>InFert – Instituto de Fertilização Assistida</strong></a><br />
<a title="Infert Clínica" href="http://www.infert.com.br"><strong>www.InFert.com.br</strong></a></p>
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		<title>ENDOMETRIOSE &#8211; O mal do século&#8230;que passou!</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Infert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito se estuda a endometriose sem, contudo, termos algo que realmente nos leve à origem do problema. Sabe-se que a endometriose é o tecido que menstrua todo mês (endométrio) que se aloja e cresce em outros locais que não a parte interna do útero, onde é seu lugar correto de estar. Com isto, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-11 aligncenter" title="Endometriose" src="http://www.ligadareproducaoassistida.com.br/wp-content/uploads/2009/10/endometriose.jpg" alt="Endometriose" width="253" height="334" /></p>
<p style="text-align: left;">Há muito se estuda a <strong>endometriose</strong> sem, contudo, termos algo que realmente nos leve à origem do problema.</p>
<p style="text-align: left;">Sabe-se que a<strong> endometriose</strong> é o tecido que menstrua todo mês (<strong>endométrio</strong>) que se aloja e cresce em outros locais que não a parte interna do útero, onde é seu lugar correto de estar. Com isto, a presença de sangue fora dos vasos sanguíneos é interpretada pelo organismo como um sinal de alerta e daí seu principal sintoma, que é a dor, embora em muitos casos esta não ocorra.</p>
<p style="text-align: left;">A dor tem a característica de ser de forte intensidade, em<strong> cólica ou pontada</strong>, progressiva e pior, principalmente no <strong>período menstrual</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">A <strong>Endometriose</strong> do tipo que ocorre na musculatura uterina é a mais comum nas pacientes em período fértil, em geral ocorre após uma gestação e se dá o nome particular de adenomiose. Já as de outra localização, em geral estão associadas à incapacidade de engravidar (<strong>infertilidade</strong>).</p>
<p style="text-align: left;">Portanto, os dois principais sintomas que chamam a atenção para a <strong>endometriose são a dor e a infertilidade</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Uma das hipóteses mais aceitas da<strong> origem da endometriose</strong> é do refluxo na menstruação (menstruação retrógrada) de tecido endometrial pelas trompas, caindo na cavidade abdominal, onde pode ocorrer o implante destes tecidos em qualquer local por contigüidade, quer em peritônio (fino tecido de revestimento de todos os órgãos abdominais), trompas, ovários e intestinos.</p>
<p style="text-align: left;">Outra hipótese surgiu pelo fato muito curioso de se encontrar focos de <strong>endometriose</strong> em locais muito distantes e estranhos, como em mucosa do nariz. Esta hipótese (Metaplasia Celômica) sugere que células indiferenciadas destes locais possam se diferenciar em tecido endometrial, originando estes focos. Outra hipótese seria da disseminação linfo-hematogênica, onde as células teriam sua distribuição pela corrente linfática e sanguínea.</p>
<p style="text-align: left;">Os tratamentos podem se dividir em clínico, cirúrgico ou misto, uma “mescla” das duas técnicas.</p>
<p style="text-align: left;">Para o tratamento clínico são usadas drogas que tentam esgotar o desenvolvimento do tecido endometrial, com possível atrofia posterior destes focos. As drogas são de ação local como a progesterona e seus derivados, ou drogas que tentam bloquear os hormônios cerebrais que controlam a menstruação, e como conseqüência ocorre a parada da menstruação no período de uso destas drogas, retornando ao normal com a sua interrupção.</p>
<p style="text-align: left;">O problema é que muitas vezes os focos de <strong>endometriose</strong> também voltam a “menstruar”, sendo necessário encaminhar para cirurgia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A cirurgia de endometriose</strong> não segue padrões rígidos em suas técnicas, porque esta é uma doença com muitas variantes, sendo necessário traçar um plano cirúrgico somente após a investigação in loco do grau de acometimento, para se chegar a uma conclusão do plano de tratamento. Isto se chama estadiamento da endometriose, um passo muito importante.</p>
<p style="text-align: left;">Não havendo definição quanto a gravidez futura, a cirurgia deve ser o mais conservadora possível, cauterizando os focos visíveis de endometriose, evitando-se cirurgia mutiladora.</p>
<p style="text-align: left;">As cirurgia radicais, com retirada do útero ou ovários deve ser reservada às pacientes que já tenham sua prole definida, que tenham outras patologias associadas (miomas, por exemplo), e que tenham insucesso anterior no seu tratamento.</p>
<p style="text-align: left;">Um dos melhores tratamentos para esta patologia é a gravidez, porque há uma inundação fisiológica dos hormônios próprios que preparam o corpo da mulher para sua evolução, com resultados brilhantes para a regressão da endometriose. Portanto, se há o desejo da gravidez, deve-se utilizar inclusive das técnicas de Reprodução Assistida (bebê de proveta) para se conseguir uma gravidez o mais rápido possível, evitando-se sofrimentos e riscos desnecessários.</p>
<p style="text-align: left;">Para a adequada avaliação da doença e eventual necessidade de tratamentos em Infertilidade, é indicada a consulta em uma <a href="http://www.infert.com.br" target="_blank"><strong>Clínica de Reprodução Assistida</strong></a>.</p>
<p style="text-align: left;">Dr. Joaquim R.M. Coelho (CRM: 42.069)<br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank"><strong>InFert – Instituto de Fertilização Assistida</strong></a><br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank"><strong>www.InFert.com.br</strong></a></p>
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		<title>Ciclo menstrual – Porque as mulheres &#8220;ciclam&#8221;?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 18:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Infert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[Ovulação]]></category>

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		<description><![CDATA[O ciclo menstrual é um fenômeno maravilhoso. A cada ciclo temos uma preparação completa do organismo feminino para receber uma nova vida. Caso ela não venha, você menstrua, significando o término deste “mês” feminino. Caso ocorra uma gravidez, estas modificações irão continuar para suportar o desenvolvimento do bebê. Os hormônios femininos são controlados pelos hormônios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-6 aligncenter" title="Ciclo menstrual" src="http://ligadareproducaoassistida:5000/wp-content/uploads/2009/10/ciclo-menstrual.jpg" alt="Ciclo menstrual" width="438" height="308" /></p>
<p style="text-align: left;">O <strong>ciclo menstrual</strong> é um fenômeno maravilhoso. A cada ciclo temos uma preparação completa do organismo feminino para receber uma nova vida. Caso ela não venha, você menstrua, significando o término deste “mês” feminino. Caso ocorra uma <strong>gravidez</strong>, estas modificações irão continuar para suportar o desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: left;">Os hormônios femininos são controlados pelos hormônios cerebrais que dão os sinais específicos para o término do desenvolvimento dos folículos no ovário. O Folículo é composto por um grupo de células, que produzem os hormônios femininos –<strong> estrógeno</strong> e <strong>progesterona</strong>, e a célula germinativa – o óvulo.</p>
<p style="text-align: left;">Todo mês em torno de 1.000 óvulos são recrutados, para um deles terminar o processo de “ maturação” e ovular – sair do ovário . Para que isto ocorra, deve haver uma seqüência de acontecimentos com produção inicial do <strong>FSH</strong> – <strong>Hormônio Folículo Estimulante</strong>, que estimula vários acontecimentos e a produção de estrógenos pelo ovário, responsável pelo crescimento do endométrio (camada interna do útero).</p>
<p style="text-align: left;">Quanto mais perto do momento da ovulação, maior o folículo (que poderá ser visualizado pelo ultrassom), maior a produção de estrógenos, melhor o preparo final do muco do colo uterino, maior a produção dos ferormônios, e maior a atração feminina para o ato sexual.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tudo pronto, vamos ovular?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Para a ovulação é necessário um pico do <strong>LH</strong>, <strong>Hormônio Luteinizante</strong>, produzido pelo cérebro e capaz de terminar as modificações que culminam na ovulação. Caso isto não ocorra, não há ovulação, a <strong>TPM</strong> aparece, o corpo incha, o mau humor explode, o ciclo fica irregular&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Ovulou? Ótimo, começa a<strong> produção da progesterona</strong> pelas células que restaram no folículo que, entre outras coisas, termina o processo de preparação do <strong>endométrio</strong> <strong>(o tecido interno do útero, “a cama do embrião“)</strong> para receber o embrião que foi fertilizado na trompa, logo perto de onde saiu o óvulo do ovário.</p>
<p style="text-align: left;">O embrião demorará de 5-6 dias para chegar ao útero, e aí começa a torcida para que este seja um “bom embrião”, aquele que tenha todas as características para que ocorra a implantação no endométrio. Implantou? Parabéns, você esta grávida! Não implantou? Os hormônios tem uma produção auto-limitada, caem, a menstruação chega, tudo chega ao fim. Não, tudo começa novamente! Assim que a menstruação começa, seu corpo já esta se preparando novamente para outra viagem como esta, e agora quem sabe a gravidez venha!</p>
<p style="text-align: left;">Dr. Joaquim R.M. Coelho (CRM: 42.069)<br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank">InFert – Instituto de Fertilização Assistida</a><br />
<a href="http://www.infert.com.br" target="_blank">www.InFert.com.br</a></p>
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